Feelings

Nunca sentiram, num determinado momento da vossa vida, que os astros e os chacras e tudo no mundo se alinha naturalmente para que determinado desejo, vontade ou sonho vosso se concretize?

É assim que me sinto nos dias que correm.

Sempre adorei ler, em miúda então era um vício. Comecei a ler muito cedo, aprendi rapidamente a juntar as sílabas para poder ler as historinhas infantis que a minha mãe me comprava mas nem sempre as conseguia ler.

Mais tarde, já mais crescidinha, as disciplinas preferidas eram as de letras. Na dúvida entre artes ou humanidades, optei por humanidades, pela facilidade em aprender línguas estrangeiras e pelo prazer pela leitura e a escrita.

As professoras de português contribuíram muito para essa tomada de decisão porque sempre incentivaram a minha veia de escritora. Até poesia escrevi no liceu. Lia livros em português, inglês e até em francês. Não por querer ser culta ou coisa que o valha, não, o motivo era meramente lúdico, dava-me prazer.

Daí até perceber que esse prazer estende-se à escrita, foi apenas uma questão de tempo e amadurecimento.

Gosto de escrever. Sei que não escrevo particularmente bem, não segui propriamente essa vertente profissional mas ainda assim, este ímpeto não desvanece, muito pelo contrário.

Daí o blog. Para o qual eu gostaria de ter mais tempo, para me dedicar a sério nos posts que faço. Dar o melhor de mim. Escrever sobre temas que vos possa interessar claro, mas como deve ser. Não a correr como acontece agora. Infelizmente, ou felizmente a minha vida que é bastante activa, não me permite dedicar a 100% (nem 30%) a este blog.

Como o Sir Modas é um artista, também ele alinhou e juntos fazemos esta dupla imbativel (na minha mais modesta e totalmente imparcial opinião) e vamos mantendo este bébé diariamente. Mas o blog serviu e continua a servir sobretudo, para me mostrar o que eu gosto verdadeiramente de fazer.

E cá entre nós: haverá melhor coisa na vida do que trabalharmos naquilo que amamos fazer?

É cada vez mais evidente para mim que, eventualmente o meu gosto pela escrita irá de alguma modo influenciar a minha carreira. Hoje, eu sei, no meu íntimo, que não hei-de morrer sem escrever e fazer disso profissão.

É um desejo, uma vontade, uma ambição, chamem-lhe o que quiserem, pouco importa. Eu sinto que tudo se alinha nesse sentido. E o nosso sexto sentido, aquilo que vem do nosso âmago, raramente se engana.

Fica o conselho minhas caras:

Alimentem os vossos sonhos e sejam felizes!

*Miss Modas*

Dream - Anthony Robbins

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