Difícil acertar na hora de oferecer algo a um homem… Tretas!

No seguimento do repto aqui lançado pela minha noiva, aqui estou eu a fazer jus à minha fama de valentão! 🙂 Cá vai… Se a intenção é acertar e impressionar o homem dos vossos sonhos sem ir à banca rota, aqui têm um leque bem variado de objectos que qualquer homem gostaria de ter…

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Polaroid Cube, mais em conta que a GoPro e igualmente versátil.

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Óculos de sol Persol, icónicos uma referência para quem é apaixonado por óculos de sol, desde os clássicos folding até à abordagem mais irreverente sem nunca perder a classe.

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Claro que todos gostaríamos de contar com um Rolex, um Patek Philippe ou um Omega, mas tal como afirmei no início do meu post, ir à banca rota, está fora de questão e como tal, aqui apresento alguns modelos da Nixon que considero muito bonitos e capazes de embelezar o pulso de qualquer homem.

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20150510-224259-81779555.jpg Andar bem calçado é fundamental para qualquer homem que se preze, estes ténis vão com tudo, confiem que não vão ficar mal.

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20150510-224534-81934026.jpg O mais que clássico polo Lacoste L1212, é um tiro certeiro e como tem uma oferta de cores tão abrangente é fácil acertar.

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E porque… nem só de moda se vive, um livro que pretendo ler. Não se iludam, sou contra o feminismo, tal como qualquer forma de radicalismo, sou pela igualdade. Trata-se um livro que pretende explicar o feminismo no século XXI, este que atravessamos. Como vêm, opções não faltam e todas elas mais do que em conta. Se por algum acaso o homem que querem impressionar, agradar ou seja lá o que for, não gostar de nenhuma destas…

Boa sorte! Sabem… Afinal não somos todos iguais! 🙂

Boa semana!

*Sir Modas*

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Sou um marquista por herança

In, wikipedia: “Marca é a representação simbólica de uma entidade, qualquer que ela seja, algo que permite identificá-la de um modo imediato como, por exemplo, um sinal de presença, uma simples pegada. Na teoria da comunicação, pode ser um signo, um símbolo ou um ícone. Uma simples palavra pode referir uma marca.”

In, wikipedia: “Status é uma ideia-chave na estratificação social. Max Weber distingue status de classe social, mas alguns sociólogos empíricos contemporâneos fundiram as duas ideias num “status sócio-económico”, geralmente operacionalizado como uma simples tabela de rendas, educação e prestígio ocupacional.”

Fred Perry, Lacoste, Boss, Ray Ban, Montblanc, entre outras, são algumas das marcas de um universo muito mais vasto que podem ser definidas apenas pelas duas palavras, MARCA e STATUS.

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Confesso que sou fã das marcas acima mencionadas e de outras semelhantes… Se dessas tenho produtos? Tenho. Se faço disso algo de indispensável na minha vida? Não.

O universo vestuário masculino/ marca, foi-me transmitido pelo meu pai e avô paterno. Desde muito pequeno e isso reflecte um pouco aquilo que sou hoje profissionalmente, a componente visual e gráfica cativou-me desde sempre. Daí a focar-me nos logotipos destas marcas numa primeira instância e perguntar o que é, o que significa, foi um pequeno passo.

Se da parte do meu avô a resposta fosse parca, do género, “é um logotipo” ou “é um crocodilo…” Da parte do meu pai, a veia de apaixonado era latente nas descrições e explicações às minhas perguntas sobre cada uma das marcas.

Lembro-me de parar à frente de lojas destas marcas e de outras ainda sem lojas próprias em Portugal, mas que estavam presentes em espaços multimarca. A expressão no rosto do meu pai, as palavras dele, são algo que ainda hoje habita a minha memória.

Em momento algum ouvi da boca do meu pai, algo do género, “…ao vestir isto serás mais respeitado”, ou,” …quem se veste com esta marca é melhor.” Nunca!

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Talvez porque o mundo da moda e do pronto-a-vestir em Portugal fosse ainda algo pouco visível e até sem justificação, uma vez que o país tinha acabado de sair de uma ditadura. Contudo o meu pai, fruto das inúmeras viagens de trabalho que realizava pela Europa, teve oportunidade de conhecer uma Europa e países substancialmente mais evoluídos, não que ainda hoje isso já não seja assim, mas não tanto. O advento de marcas como a Zara e H.M. vieram democratizar a moda e hoje o vestir bem, é apenas uma questão de bom gosto e não de orçamento.

Milão, Londres, Paris, Roma, St. Tropez, Génova, Madrid entre outras, são algumas das cidades que ainda hoje o meu pai fala, com algum enfase para as cidades italianas e o seu mais que reconhecido bom gosto.

Sei que esta “paixão” do meu pai se deve em grande parte a essas viagens e boas práticas no que ao bem vestir diz respeito. Por outro lado, porque a minha mãe é e sempre foi uma mulher bonita e elegante, claro o meu pai não queria destoar.

tenisHoje, estas marcas tanto ou mais que referências óbvias de qualidade e statement, remetem-me para uma sensação de conforto, ou até, e perdoem-me a lamechice, numa viagem no tempo, para um passado sem preocupações, inocência e segurança absoluta. E como? Por exemplo, quando olho para o logotipo da Fred Perry vêm-me à memória o equipamento de ténis do meu pai, as raquetes, as bolas de jogo ainda beges, o som do rally de raquete para raquete, o court de ténis, a casinha de madeira onde os amigos do ténis se juntavam para jantar ou almoçar antes ou depois de uma partida… Todo um “ritual”, pelo qual ainda hoje sou apaixonado.

Quando visto ou utilizo produtos destas marcas referência, sinto única e exclusivamente, que sou um neto e filho fiel aos meus antepassados, fiel aos ensinamentos inconscientes do meu pai e avô. Consigo ouvir o meu avô dizer… “Good boy! Well taught.”

good boy

Abraço,

*Sir Modas*

Fred… Espero ansiosamente por sexta-feira… E não é por ser segunda.

É que o prazo de entrega estimado para a minha mais recente compra online, será na próxima sexta-feira… Sou um fã condicional (depois explico melhor) desta marca com a qual tenho tido boas experiências de compra.

São vários os artigos que adquiri na sua loja online, desde vestuário a acessórios.

Desta feita, partilho a compra de um polo tal como podem ver pela imagem aqui contida, não se trata de mais um. Trata-se de uma edição comemorativa dos oitenta anos, da primeira de três vitórias de Fred Perry em Wimbledon. É daquelas peças que depois de muito uso e desgaste, guardas como recordação… Sim, eu sou esse tipo de pessoa.

Acredito em peças intemporais, as quais podem ser guardadas e preservadas mesmo quando já não as usas.

Tenho uma t-shirt da Lacoste que não uso mas guardo uma vez tratar-se da edição comemorativa de Roland Garros. O mesmo acontece com uma raquete Donnay em madeira, que obviamente não uso nas minhas partidas mas guardo e preservo.

Bom, este post não é obviamente sobre as minhas “taras e manias”, mas antes sobre o processo de compras online de umas das mais clássicas e emblemáticas marcas de Sportswear e Urbanwear do mundo, da qual sou fã desde a infância (depois explico melhor).

Comprometo-me a partilhar convosco o processo até à recepção da peça, desembalamento incluído.

Abraço!

*Sir Modas*

 

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